Fisoterapia Para Ajudar na Incontinência Urinária!

A fisioterapia para incontinência urinária é um dos tratamentos mais tradicionais para o quadro, por ser capaz de trazer inúmeros benefícios para os adeptos das técnicas empregadas. Hoje vamos ver algumas informações sobre esse assunto.


Ajuda a portadores de incontinência urinária

A uretra é o canal responsável pelo transporte da urina da bexiga para fora do organismo. Dessa forma, podemos considerar a incontinência urinária o descontrole desse processo. A incontinência urinária consiste na perda involuntária de urina pela uretra, capaz de afetar ambos os sexos e todas as faixas etárias.

O sexo feminino apresenta chances maiores de desenvolvimento deste quadro. Isso se dá devido ao esforço exigido durante a gestação e também pela queda dos níveis de estrogênio que acontecem depois da menopausa. É estimado que a incontinência urinária chegue a atingir 1 em cada 2 mulheres acima dos 45 anos de idade.

A incontinência urinária abala dramaticamente a qualidade de vida de seus portadores, que por não ter o controle de sua micção acabam por ter seu bem-estar social, físico, emocional e psicológico comprometidos.

Dentre os diferentes tipos de tratamento que existem para incontinência urinária podemos encontrar a fisioterapia especializada para este problema. Esses exercícios promovidos por meio da fisioterapia podem trazer inúmeros benefícios para o paciente. Esse tipo de fisioterapia costuma ter baixo custo, ser simples e indolor.


Conheça as técnicas mais comuns de fisioterapia para incontinência urinária

Reconhecida como tratamento tradicional de primeira linha, a fisioterapia pélvica possui técnicas importantes para o tratamento da incontinência urinária. São elas:


Treinamento dos músculos do assoalho pélvico

Por meio de exercícios específicos, o paciente é capaz de identificar os músculos e fazer o treino individualizado para a disfunção apresentada.


Biofeedback Eletromiográfico

Por meio de sinais auditivos ou visuais, é possível ter uma leitura e interpretação em tempo real da atividade elétrica das fibras musculares do assoalho pélvico, possibilitando ao paciente identificar os músculos a serem trabalhados, elevando a percepção sensorial, restabelecendo a coordenação e o controle motor voluntário, resultando em uma melhora funcional e, consequentemente, dos sintomas urinários.


Eletroestimulação

É usada no fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico, oferecendo melhora à função urinária, aprimorando coordenação e força desses músculos e inibindo as contrações da musculatura detrusora.


Cones vaginais

Utilizam-se pesos que podem variar de 20g a 100g para o treinamento funcional dos músculos do assoalho pélvico nas atividades do dia-a-dia. É orientado à mulher que insira o cone na vagina durante 15 a 20 minutos e caminhar. Há uma sensação de perda do cone, fazendo com que aconteça a contração dos músculos do assoalho pélvico.


Terapia comportamental

Orienta-se ao paciente sobre a ingestão de líquidos durante o dia e a noite, alimentos e bebidas que podem irritar o músculo da bexiga e regulares intervalos de micções.

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